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terça-feira, 30 de abril de 2013

Pontos Turísticos - Igreja Nossa Senhora da Penna

Protetora das Artes, Ciências e Letras. - Padroeira da Imprensa
 
 
Os portugueses, muito religiosos, sempre que tomavam posse de alguma nova terra erigiam uma ermida ou capela em honra do Santo de sua devoção, assim foi em Jacarepaguá.

Segundo pesquisas, graças à situação de difícil acesso a Igreja da Penna escapou à sanha dos reformadores, conservando o seu aspecto primitivo.

É desconhecida a data da edificação da Igreja. Sabe-se, por pesquisa, ser anterior à Igreja de Nossa Senhora do Loreto e Santo Antônio, que é de 1664 – a construção da Penna se situa entre ao anos de 1633 e 1642. Do lado de fora, à esquerda da torre sineira, encontra-se um relógio de sol – em mármore – com gnômon ( ponteiro ou instrumento que marca a altura do sol-Novo Dicionário da Língua Portuguesa de Aurélio Buarque de Holanda Ferreira) - em bronze, que deve ter a mesma idade da Igreja.

A Igreja da Penna é a segunda mais antiga do bairro, sendo precedida pela Igreja de São Gonçalo do Amarante, no Engenho do Camorim, que data de 1625 sem contar a diminuta capela particular de Nossa Senhora da Cabeça, no Engenho d’Agua,com data de 1616.

Como se pode observar, a Igreja de Nossa Senhora da Penna fica sobre um rochedo de cento e sessenta metros de altura. É cercada por um pequeno muro que já teve forma de seteira, como os dos castelos medievais. Estas seteiras serviam para a colocação de canhões e de soldados – para proteção de seus baluartes. Por ser um local privilegiado, de onde se desnuda um vasto horizonte podemos deduzir ter sido na época uma espécie de atalaia em defesa da cidade juntamente com os canhões dispostos em posições defensivas na Baixada de Jacarepaguá.

A segunda invasão dos franceses por essa região não aconteceu, mas deixou marcas históricas hoje desaparecidas, restando apenas o muro da Igreja de Nossa Senhora da Penna.

Mais informações : Igreja da Penna


 

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sexta-feira, 26 de abril de 2013

Maior floresta urbana do Brasil, fica em Jacarepaguá.

Parque Estadual da Pedra Branca - Maior floresta urbana do Brasil
 
Situado na Zona Oeste da capital, o PEPB tem em seus limites o ponto culminante do município, o Pico da Pedra Branca, com 1.024 metros de altitude, além de inúmeros outros morros, em geral arredondados e recobertos de densa floresta, quase todos acessíveis por trilhas que, somadas às picadas que as interligam, formam intrincada malha repleta de atrativos e emoções para aqueles que se disponham a explorá-los. As íngremes paredes rochosas de algumas de suas montanhas oferecem inúmeras possibilidades para escaladas em rocha, que recebem atenção cada vez maior por parte dos escaladores cariocas e visitantes.
Abrange pouco mais de 10% do território do município Rio, o que lhe garante o título de maior UC do mesmo. É uma das unidades de conservação que integra o Mosaico Carioca.


Localização:
Zona Oeste do município do Rio de Janeiro. Abrange: Jacarepaguá, Taquara, Camorim, Vargem Pequena, Vargem Grande, Recreio dos Bandeirantes, Grumari, Padre Miguel, Bangu, Senador Camará, Jardim Sulacap, Realengo, Santíssimo, Campo Grande, Senador Vasconcelos, Guaratiba e Barra de Guaratiba, entre outros.
Criação :
O processo de criação desta unidade foi iniciado em abril de 1963, pelo Decreto nº 1.634, que declarou sua área de utilidade pública para fins de desapropriação. Somente em 1974, contudo, após longa fase de estudos, o Parque Estadual da Pedra Branca foi criado, por meio da Lei Estadual nº 2.377, de 28 de junho de 1974, cujos limites englobam, inclusive, as diversas Florestas Protetoras da União, ali existentes.
Um pouco de história
Tal como no Maciço da Tijuca, a história de proteção das florestas do Maciço da Pedra Branca sempre esteve associada à preservação do potencial hídrico, pois a devastação que ocorreu no Estado para dar lugar às diversas culturas também ocorreu na região do parque. O esgotamento de tais recursos impulsionou a primeira iniciativa de proteção em 1908, quando o governo federal adquiriu as áreas dos mananciais do Rio Grande e do Rio Camorim visando o aprimoramento dos sistemas de captação e distribuição de água potável, que havia sido represada desde o século XIX para o abastecimento das populações vizinhas. Na primeira metade do século XX, com o crescimento populacional no entorno, as garantias já se mostravam insuficientes. Nessa época, o governo federal instituiu as Florestas Protetoras da União de Camorim, Rio Grande, Caboclos, Batalha, Guaratiba, Quininha, Engenho Novo de Guaratiba, Colônia, Piraquara e Curicica com o objetivo de proteger aqueles recursos vitais.
Mais informações: INEA - Parque Estadual da Pedra Branca